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14 setembro 2012

Estilos de Vinhos



VINHO BRANCO VIVO, SECO, LEVE.

São vinhos refrescantes, graças a sua acidez e delicadeza.
Regiões e Castas: Chablis, italianos em geral, vinho do Loire (França), grande parte dos vinhos nacionais que não passam por madeira.


VINHO BRANCO AROMÁTICO OU FLORAL, SECO OU MEIO DOCE.

Vinhos com buquê floral, boa acidez e final persistente.
Regiões e Castas: riesling, gewurztraminer, torrontés e viognier.

VINHO BRANCO, SECO, PORÉM PERFUMADO.

Marcadamente secos, com acidez viva. Sua casta mais difundida é a suvignon blanc.
Regiões e Castas: sauvignon blanc da Nova Zelândia ou do Loire (França), alguns riesling e os portugueses da uva bical.

VINHO BRANCO ENCORPADO, COMPLEXO.

São os grandes borgonhas brancos, ricos, secos, densos e untuosos.
Regiões e Castas: chardonnay do Novo Mundo; vinhos brancos da Borgonha, de châteauneuf-du-Pape, Hermitage branco.

VINHO ROSADO.

Há bons vinhos rosados em todo o mundo.
Regiões e Castas: Provence, Loire (França), Chile, Argentina etc.

VINHO ESPUMANTE.

Um ótimo espumante é vivo, firme e gracioso, podendo ser mais ou menos complexo.
Regiões e Castas: champagne (França); o espumante brasileiro da Serra Gaúcha; o cava espanhol; o prosecco italiano.

VINHO TINTO LEVE, POUCO TÂNICO.

São vinhos para serem tomados bem jovens.
Regiões e Castas: pinot noir, chilenos sem madeira, brasileiros sem ou com pouca madeira, Chianti etc.

VINHOS TINTOS ENCORPADOS E CONCENTRADOS.

São vinhos robustos como os grandes tintos franceses.
Regiões e Castas: Bordeaux, Châteauneuf-du-Pape, Hermitage tinto, Barolo e Barbaresco (Itália) e muitos do Novo Mundo.

VINHO DOCE, SUAVE OU ESPUMANTE MEIO DOCE.

Suntuosos e opulentos, são vinhos de colheita tardia, às vezes atingidos pela chamada podridão nobre - fungos "nobres" que atacam a uva.
Regiões e Castas: São clássicos do Sauternes, da França; o Tokay, da Hungria; e os da uva moscatel.

VINHOS FORTIFICADOS, SECOS E MEIO DOCES.

Vinhos muito secos, com muito buquê e fortificados são grandes aperitivos.
Regiões e Castas: Xerez (Espanha); vinhos do Porto branco (Portugal).

VINHOS FORTIFICADOS, DOCES.

Vinhos licorosos, tintos ou brancos, com graduação alcoólica mais elevada.
Regiões e Castas: o Porto (Portugal) e o Banyuls (França) são exemplos de tintos; o Muscat de Riversaltes (França), o moscatel de Setúbal (Portugal) e o Marsala (Itália) são exemplos de brancos.



Decantar o vinho


Há uma cerimónia simples e eficaz que se realiza antes de se servir um verdadeiro e irresistível néctar dos deuses – chama-se decantar o vinho. Com um acessório muito próprio, é feito por três importantes motivos, um dos quais, potenciar a sua degustação!

DICAS
  • Não é obrigatório decantar cada garrafa de vinho que abrir, no entanto, é muito aconselhado quando se sabe, de antemão, que esse néctar contém partículas do depósito – ao mais pequeno movimento, o vinho puro vai misturar-se com a borra.
  • Abrir a garrafa e retirar a rolha não permite a respiração adequada do vinho, uma vez que apenas o líquido que se encontra próximo do gargalo é que está, efectivamente, em contacto com o ar.
  • No caso de se esquecer, ou por falta de tempo, recorra a esta técnica de decantação rápida: coloque um pano branco e fino ou um simples guardanapo de papel sobre a abertura do decantador e verta o vinho através do mesmo, parando quando surgirem os primeiros sinais de borra.
  • Se (ainda!) não tiver um decantador, utilize outro recipiente para o processo de decantação e, no final, reintroduza o vinho na sua garrafa original com recurso a um funil.
  • Um vinho de qualidade vai continuar a desenvolver e a libertar-se dentro do próprio copo, por isso, um brinde e boa degustação…


TAÇAS 


 Taça deve permitir que o vinho seja visto, cheirado e degustado de modo a se tirar o máximo prazer da experiência. 

A mais adequada para esse fim é feita de vidro fino, simples, incolor, em oposição ao vidro grosso. Ela deve ter um pé  para segurar  para que você não tenha de colocar a mão quente ao redor do vinho. 

Pelos mesmos motivos, a taça, seja para tinto, branco, ou rosé, deve ser de tamanho generoso: você nunca deveria precisar encher uma taça além da metade. 


















DECORANDO COM ROLHAS














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12 setembro 2012

Hoje é dia de massa!

Mais uma comemoração para o dia da amante.
Estava muito espirada neste dia, resolvi experimentar uma massa italiana.

Não tem receita. É sempre no olhômetro mesmo.

Coloquei queijo roquefort  gongorsola, ervilha fresca, peito de peru defumando. No  meu prato coloquei tomate seco e no amor ele preferiu ovo de codorna para incrementar a mistureba, usei macarrom Penne Piccolo isso é pra dizer penne pequeno. 

OBS:  Roquefort é o nome de uma variedade de queijo, originalmente francês, produzido com leite de ovelhas.Esta variedade apresenta massa de consistência cremosa e esfarelada, com casca úmida e sabor acentuado e picante. No seu fabrico, assim como no das variedades Gorgonzola e Camembert ( Amo), são injetados fungos (bolores) na massa, neste caso os do tipoPenicillium, que passa, a seguir, por um processo de maturação de três meses. 




Adoro massa, este vasinho com flores de fuxico em taletas de bambu presente da minha vizinha. 


Até que a mistureba ficou bonita. Bem acompanhado por um vinho tinto australiano caiu muito bem.


Falando em massa a revista Casa e jardim   apresenta 11 tipos e dá sugestões de uso, visite a página e confira.

Comendo na Itália

Comece muito bem na Itália, desde que você opte pela refeição completa. Ela é servida como primi piatti, ou primeiro prato em português. Uma refeição completa na Itália inclui: antipasti (entrada), primi piatti (geralmente uma pasta, mas também pode ser um risotto), contorni (acompanhamento, tipicamente uma salada), secondi piatti (prato contendo alguma carne) e dessert(sobremesa). Ai sim você sai satisfeitíssimo do restaurante, detalhe são porções idividuais, nada de dividir o prato como os brasileiro fazem. Um jantar para duas pessoas neste moldes e com vinho Chianti (pronuncia Quiant) barato fica em torno de 120 euros vale perceber que não da para jantar completo todas as noite, então optamos por variar entre um dos pratos e a sobremesa mais justo.
 Lenda do "Gallo Nero" e como este se tornou o símbolo dos vinhos Chianti Classico:
Em época medieval, Firenze e Siena lutavam pelo posicionamento da fronteira entre seus territórios. Entre elas encontrava-se uma preciosa terra conhecida por região de Chianti. Cansados das batalhas sanguinárias, decidiram terminar este empasse com uma disputa muito peculiar. Um desafio entre somente dois cavaleiros, um de cada cidade. Ao nascer do sol, quando o galo cantasse, cada cavaleiro partiria de sua respectiva cidade em direção à cidade oposta. A fronteira seria determinada no exato ponto em que eles se encontrassem.

Os seneses (cidadãos de Siena) escolheram um galo branco e o "entupiram" de comida para que ao nascer do sol ele tivesse o canto mais forte. Os fiorentinos escolheram um galo preto e não lhe deram o que comer. No dia do desafio, o galo preto fiorentino começou a cantar antes mesmo do nascer do sol, de tanta fome que sentia. Enquanto isso o galo branco senese, satisfeitode tanta comida, ainda dormia com os anjos. Assim, o cavaleiro fiorentino iniciou seu galope muito mais cedo que o cavaleiro senese que muito ainda teve que esperar até que seu galo cantasse! O resultado foi que os dois cavaleiros se encontraram há poucos quilômetros dos muros de Siena, e assim a República Fiorentina ganhou a região do Chianti!


Um pouquinho da França

Comer em outro país é muito complicado. As comidas são muito diferente e de gostos exótico. Na França, por exemplo, eu não conseguir comer bem, as porções são minimas e eles amam miúdos e eu odeio. Preferimos pizza, crepe com nutella, vários sanduíches na bisnaga, croissant durante o dia e a noite no hotel comíamos uma saladinha e dormir.  Agora as sobremesas são divinas, os macarons um espetáculo a parte.


Chegamos em Paris a tarte havia passado a hora do almoço então resolvemos comer algo rapidinho ao lado do Hotel Ibis Paris Porte de Bercy  no shopping Bercy . Escolhemos este hotel por ter um bom custo beneficio, pois as diárias em Paris são bem caras. Durante toda a viajem procuramos ficar na  Rede Accor pois é patrão em todos os lugares, além de oferecer vantagens e descontos. Bem comemos  o bom e velho sanduíches com pão francês é bem mais duro que o nosso, de casca bem dura mesmo, e eles não tem costume de molhos, então fica bem seco, aja refri para empurrar. Comemos rapidinho para aproveitar o fim de tarde e pegar o por do sol na torre Eiffel.



Aqui foi o que comemos na visita de quase 12 horas no Museo do Luvre. Adorei esta bola gigante dentro de uma bandeja ainda mais linda espalha em todas as colunas do salão. No digamos "almoço" uma salada sem molho de macarrão, queijo de búfala, tomate cereja, rúcula e alface estava até gostosa., duas fatias de pizza e refri e muita água.

 A noite antes de ir para o hotel comemos varis *crepes suzette de nutella

*O crêpe Suzette é uma sobremesa da cozinha tradicional francesa. O crêpe Suzette é uma maneira de cozinhar os crêpes que consiste em barrá-los com uma manteiga perfumada com sumo e raspa de tangerina e um licor de laranja amarga, dobrá-los em quatro, regá-los depois com uma mistura de licores e servi-los em chama. Diz-se que os crêpes suzette foram pela primeira confeccionados por Auguste Escoffier, em honra do rei Eduardo VII de Inglaterra e que este terá batizado com o nome da jovem vendedora de violetas que dele aproximou. 


A noite no hotel ....

...varada de fome pedimos uma bisteca com purê, o garçom gentilmente nos trouxe pão, azeite com pimenta calabresa e água (da torneira, todo mundo bebe água da torneira),  aliais isso é praxe em todo lugar da Europa  e é de grátis. Bem a fome ra tanta que danei a comer pão com azeite (olha que odeio pimenta) e água. Olha foi a minha sorte, porque quando a comida chegou.... eu olhei pro amor e não comecei a ri porque fiquei com vergonha, eita pratinho como diz aqui "mixuruca" era tão pequena a quantidade que os componentes não se tocavam. Olha a cara de feliz do amor, queria comer uns quatros desses, mais a grana é curta (valor final 80 euros) e classe media viaja no sacrificio. rsrsrs . Desde então "pegamos a manha" para jantar tem que forrar o estomago com pão, azeite e água. E para compensar ou melhor quebra o vácuo e adoçar o estomago, pedimos a sobremesa .... Profiteroles, amor ama isso, e eu também pedi o mesmo para tirar um birra, pois quando comi, não gostei. Mordi a língua.... que coisa gostosa.. as bolinhas com uma casquinha muito crocante com sorvete dentro e uma calma deliciosa. Adorei!




 No café da manhã, ui a felicidade voltou, como diz a galera gorda daqui de casa: - Nunca deixe um gordo com fome, o mau humor é iminente. Mas tudo se resolveu pela manhã o café era bom, mas o croissant  era melhor.


 











A decoração do restaurante do hotel bem cleam, 
destaque o teto revestido com porcelanato, 
isso mesmo, 
o que colocamos no piso. 
Magnífico.


Em Versalhes



Havia esquecido de falar nos dos *Macarons na Ladurée no Palácio de Versalhes que loja linda . Aliais tudo ali é muito lindo! O post do Palácio de Versalhes fica para uma próxima hora!



A próxima parada:   Comendo na Itália.